A muito tempo já é sabido que netbooks necessitam de um tipo de sistema operacional focado para esse tipo de equipamento. Não apenas pelas restrições físicas de processamento e de tamanho faz-se necessário repensar a usabilidade de alguns OS convencionais, mas pelo uso prático em si.
Netbooks são computadores portáteis com o objetivo de suprir a necessidade básicas de uso que são o suficiente para 80% da população (os outros 20% ficam parte com profissionais que realmente precisam e a outra parte ficam para quem tem dedo-de-joelho).

Estamos inaugurando um Grupo de Usuários da Adobe em Joinville e o primeiro encontro vai ser no auditório da Softville sobre Flex.
Esse primeiro encontro que ocorrerá no dia 15/07 será para reunir profissionais da região e vamos contar com 3 palestras, do básico e intermediário ao avançado.
- Introdução ao Flex
- Flex e Java com BlazeDS
- Desafios no desenvolvimento de uma aplicação real
Como o auditório possui espaço limitado, para garantir seu espaço peço que confirmem a presença neste link.
Mais informações em http://fugsc.groups.adobe.com/
Um abraço


Essa é uma daquelas dicas simples que facilitam muito a nossa vida.
Baixe OpenInTextMate.zip , descompacte no lugar que preferir (por exemplo /Applications/Scripts), arraste e solte o arquivo descompactado na barra de ferramentas do Finder. That’s it. Mais fácil impossível.
Créditos a Henrik Nyh, se você quiser saber os detalhes de como funciona o script dê uma olhada aqui -> “Open in TextMate” from Leopard Finder – The Pug Automatic.

De acordo com John Gruber New iPhone Developer Agreement Bans the Use of Adobe’s Flash-to-iPhone Compiler, portanto esqueça qualquer outra forma de desenvolvimento pra iphone que não seja o sdk oficial da apple.
Hoje foi apresentado o tão aguardado iPhone OS 4 e disponibilizado para download dos desenvolvedores o beta do SDK. Como de costume antes de poder baixar é preciso rever os termos de aceite do iPhone Developer Program License Agreement e o item 3.3.1 está chamando a atenção de muita gente.
3.3.1 — Applications may only use Documented APIs in the manner prescribed by Apple and must not use or call any private APIs. Applications must be originally written in Objective-C, C, C++, or JavaScript as executed by the iPhone OS WebKit engine, and only code written in C, C++, and Objective-C may compile and directly link against the Documented APIs (e.g., Applications that link to Documented APIs through an intermediary translation or compatibility layer or tool are prohibited).
Nesse trecho a Apple parece proibir o uso de ferramentas intermediárias na produção de aplicativos. Nessa onda se enquadrariam o Flash CS5 que promete um compilador pra iPhone, o ELIPS Studio 3 que permite desenvolver utilizando Flex e o MonoTouch que permite usar C#.
Obviamente nada disso foi mencionado no evento de hoje pra não criar embaraços na sessão de perguntas e respostas com os jornalistas.
Se isso ficar desse jeito fico imaginando o que a Adobe vai fazer prestes a lançar o CS5, como vai se pronunciar caso uma das features mais aguardadas e noticiadas do Flash CS5 era o suporte a desenvolvimento para iPhone.
As coisas vão ficar muito mais tensas para a Adobe.
A questão a tempos não é mais se a Apple vai suportar Flash ou Java no iPhone, porque isso tornaria a AppStore obsoleta. A questão agora é proibir ou não suporte de ferramentas de terceiros. Isso soa até ilegal pra mim.
Nos últimos dois anos desde o lançamento do iPhone SDK a Apple vem batendo recordes de vendas de computadores. Isso se deve muito por causa da restrição do ambiente de desenvolvimento do iPhone que precisa obrigatoriamente rodar Mac OS. Conheço muita gente que comprou um Mac por conta disso.
A Apple proibindo explicitamente o suporte de outras ferramentas me faz crer que ela quer encorajar com todas as forças a compra do seu hardware.
Ou só pode ser birra. Com ataques contra a Adobe isso tudo pode ser pura e simplesmente birra do Steve, o relacionamento com a Adobe sempre foi conturbado, momentos de juras de amor eterno com ódio fazem parte dessa novela a décadas.
Isso me lembra de um episódio tenso entre a Apple e a Adobe que li em uma biografia dele.
A uns 15 anos atras, essa situação era inversa. quando a Apple mudou completamente a arquitetura do seu SO e obrigou todos a re-escreverem seus programas que rodavam nos antigos Macintosh. A Adobe recusou por muito tempo a fazer isso (e não tiro a razão dela). Como as ferramentas da Adobe sempre foram estratégicas calcule a birra do Steve Jobs. Algum tempo depois a Adobe finalmente aceitou suportar a nova plataforma.
Se isso realmente pesa hoje em dia para o Jobs eu não sei dizer, mas se for o caso, não faz bem pra ninguém guardar tanta mágoa assim. A Apple vai precisar da Adobe um dia ainda como já precisou no passado.
anyway
your move Adobe
Uma das poucas coisas que não me agradam no Mac OS é trabalhar com a Lixeira. Experimente tentar esvaziar a lixeira com gigas de arquivos dentro. Além de demorar um bom tempo, enquanto a Lixeira está sendo esvaziada o sistema não permite você mover nada para o lixo enquanto não terminar. Impaciente, pesquisei um pouco e achei uma solução muito mais rápida, diria até apelativa.
baby steps:
1. Abra o Terminal
2. Digite sudo su e, informe a sua senha para que você consiga os privilégios de root;
3. Digite cd /Users/nome_do_user/ e remova a pasta .Trash digitando rm -rf .Trash;
4. Crie-a novamente com o comando mkdir .Trash e aplique a seguinte permissão com o comando chown -R nome_do_usuario:staff .Trash;
That’s it
A três dias publiquei meu primeiro app na AppStore. A experiência toda está sendo bem interessante e de muito aprendizado. Nos últimos meses venho estudando Objective-C e Cocoa Touch e construir esse aplicativo me fez por em prática muita coisa legal.
O objetivo desse pequeno projeto que criei em parceria com meu colega Marcio Lohmann foi principalmente me forçar a estudar o framework Cocoa, descobrir as melhores práticas em desenvolvimento para iPhone OS e conhecer o processo todo de publicação e comercialização de um app na AppStore. E já posso garantir que atingi meus objetivos, nesse momento o app está em primeiro lugar entre os apps pagos no Brasil na categoria Produtividade e está entre os 40 no quadro geral.
Inicialmente publiquei apenas na loja brasileira, em breve faço um refactoring para internacionalizar o app e diponibilizar na AppStore americana e veremos como se comporta por lá.
Outra coisa que me deixou bem contente foi os feedbacks que recebemos. É bem motivante ver que o pessoal está gostando, isso motiva a continuar evoluindo esse pequeno e útil app.
O hotsite pode ser conferido pelo link http://meempresta.autusmobile.com.br
Nos comentários vou colocando os links de reviews que vão sendo publicados em sites especializados.

Steve Jobs acaba de apresentar o iPad. Ele parece muito com as imagens conceitos que vimos na internet. O aparelho foi projetado para preencher o gap entre MacBook and iPhone, segundo ele.
Algumas specs:
9,7″ de tela OLED, 680 gramas, 1Ghz do processador A4 especialmente projetado pela Apple, wireless 802.11n, Bluetooth 2.1, 3G, auto-falante, microphone, acelerômetro e bússola (sim, olha a realidade aumentada aí).
Tudo isso prometendo aguentar 10 horas de bateria tocando video e 1 mês em stand-by.
A Apple vai levar 60 dias até começar as vendas. A preços muito abaixo do esperado, a versão mais simples vai sair a partir de $499. Fabricantes de netbook devem estar de cabelo em pé a esses alturas. Incluse a Amazon com o seu Kindle, já que a Apple aproveita para anunciar a iBookstore, para vendas de livros eletrônicos. O software para leitura de livros parace fantástico.

O mais interessante é o fato de rodar iPhone OS. Todos os 140 mil aplicativos disponíveis na AppStore vão funcionar no bichinho. Bom para os 145 milhões de usuários do iTunes e melhor ainda para os desenvolvedores, já que o framework para desenvolver aplicativos para iPad continua sendo o mesmo Cocoa Touch. Perfeito.

Para se preparar para a nova gold rush o negócio é estudar as novidades do SDK.
Comece 2010 fazendo uma boa ação e participando do primeiro evento Flex do ano. Assista a 10 palestras sobre Adobe Flex ao vivo com feras da comunidade brasileira e ainda ajude uma instituição carente.
A maratona de palestras on-line será realizada no dia 06/02/2010 e contará com palestras de nomes conhecidos como Beck Novaes, Mario Junior e compania.
Qualquer pessoa, empresa ou faculdade poderá participar do Flex for Kids, para isto basta fazer uma doação de um valor simbólico de R$ 30,00 para ter acesso as 10 palestras on-line e suas gravações que serão disponibilizadas 15 dias após o evento.
Todo dinheiro arrecadado será doado ao Cotolengo de Mato Grosso do Sul. Para conhecer a instituição Cotolengo clique aqui.
Quer oportunidade melhor que essa pra aprender e ainda ajudar quem precisa?
Site oficial: http://www.flexforkids.com

Dia 27 de novembro de 2009 é o dia que marca o melhor show que eu já vi na vida. Sem palavras pra descrever o que é ver Angus Young tocando, ele toca como se o demônio estivesse encarnado nele. Um cidadão disse que se ele tocasse guitarra desistiria na mesma hora. O bom e velho blues com o melhor do rock n’roll saem das mãos de Angus com tanta paixão que emociona. A apresentação dele foi um show a parte.
Antes da banda entrar pontualmente as 21:30, Nasi se apresentou pra o Morumbi lotado mas nem um pouco empolgado por terem escolhido ele para abrir o show.
Na minha opinião quem deveria ter aberto o show tinha que ser Velhas Virgens, a única banda brasileira que tem o espírito AC/DC.
Esse é o video que eu gravei durante Hells Bells (o som não está uma maravilha)
Video de The Jack selecionado de algum maluco na pista
Minhas fotos do show estão no Flickr

Baseado no PMD, ferramenta de auditoria de código bem conhecida dos javeiros,
FlexPMD é uma ferramenta de auditoria de código capaz de detectar más práticas comuns em código Flex (MXML/AS3) e ajudar a melhorar o nível da qualidade do código produzido pelo time. Exemplo:
Código não usado (functions, variáveis, etc)
Código duplicado
Código muito longo (classes, metodos, etc.)
Uso inapropriado do ciclo de vida de componentes Flex (ex. commitProperties, etc.)
O FlexPMD faz a auditoria automática do código baseado em regras escolhidas por você. Um relatório XML é gerado relacionado as violações de acordo com as regras configuradas. Existem várias regras prontas para serem usadas, mas é possível criar suas próprias regras para atender as necessidades de cada projeto. Você pode criar uma regra para forçar uma convenção de código ou para verificar se todos os métodos estão documentados por exemplo.
Esse é o FlexPMD Ruleset Creator, uma aplicação em Flex que facilita a criação dessas regras customizadas.
FlexPMD pode ser chamado via linha de comando, Ant, Maven ou até Automator do Mac OS. O relatório gerado pela ferramenta pode ser visualizado pelo viewer da Adobe, mas o ideal mesmo é integrar a alguma ferramenta de integração contínua como o Hudson.
Fica aí a dica pra quem, assim como eu, estava a tempos procurando um auditor de código automatizado para implantar no serviço de integração contínua.
Espero poder utilizar no meu próximo projeto Flex.